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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Farol da Ilha

Havia um farol numa ilha deserta

Todos temiam o farol

Pois o farol brilhava, o farol brilhava

Na ilha deserta em que estava

Nos invernos lancinantes o Farol iluminava a Baía

Ouviam-se gritos, ninguém via, nada mais se ouvia

As vezes, o Farol se apagava

E sinistra se tornava a ilha vazia

Noutras vezes, gaivotas giravam em torno do seu brilho

Procurando quem as alimentasse, naquele vazio

Viam-se  flores em torno do Farol, mas ninguém as colhia

Ninguém as colhia, nem as plantava

Quem o faria? Quem os plantava? Ninguém sabia...

Muitos anos se passaram e o Farol luzia

Nem uma sombra de alma viva e o Farol luzia

Certa vez, um barco, à vagar,atracou  na ilha vazia

Dentro do barco, apenas uma rosa e nada mais

Dentro deste rosa, apenas um botão guardado

E, deste botão, uma luz brilhava

Brilhava como a Luz do Farol, que na ilha, deserta, luzia

HAMANNDAH

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